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Antena1 em direto do Pinhão para debater problemas urbanísticos da vila

“Esta vila recebe centenas de milhar de turistas dos 4 cantos do mundo. Só que já não dá para mais. As infraestruturas que existem estão em colapso, não conseguem dar resposta à solicitação turística”, foi assim que definiu em traços gerais a situação a emissão especial do Portugal em Direto feita a partir do Pinhão na passada sexta-feira.

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A estação de Rádio Antena 1 da Rádio e Televisão Portuguesa esteve ontem em direto da vila do Pinhão, através do programa “Portugal em Direto” para debater aspetos relacionados com a pressão turística e o colapso urbano que a vila duriense, porta de entrada fundamental no concelho de Alijó, poderá atingir se nada for feito a curto ou médio prazo.

Os problemas já são antigos, mas nos últimos anos têm vindo a agudizar-se de forma mais acelerada devido à pressão turística a que esta localidade está sujeita durante quase todo o ano.

Esta vila recebe centenas de milhar de turistas dos 4 cantos do mundo. Só que já não dá para mais. As infraestruturas que existem estão em colapso, não conseguem dar resposta à solicitação turística”, foi assim que definiu em traços gerais a situação a emissão especial do Portugal em Direto feita a partir do Pinhão na passada sexta-feira.

O problema é tão grave que já levou José Paredes, presidente da autarquia de Alijó, a pedir ajuda ao ministro do Ambiente para intervir no Pinhão. O município de Alijó está a preparar um plano integrado de desenvolvimento para a vila do Pinhão do qual apenas falta terminar o estudo de pormenor e, por isso, o autarca local está convencido que “o Fundo Ambiental pode contribuir de forma muito significativa para resolver o principal problema do Pinhão que é o colapso de todas as infraestruturas existentes, que já não tem capacidade para receber com o mínimo de dignidade as largas centenas de milhar de turistas que nos visitam anualmente”.

José Paredes defendeu ainda que “é preciso uma intervenção profunda ao nível das infraestruturas de saneamento, de distribuição de água à população, ao nível de requalificação de toda a avenida António Manuel Saraiva, a principal artéria do Pinhão”, mas, declarou, “o município só por si não tem capacidade para colocar em marcha um projecto que custará milhões de euros”.

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