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As horas do Edmundo (Fim)

Na escrita, como na culinária, ou chegamos à alma do consumidor da coisa ou somos tão boçalmente ridículos como aqueles frequentadores das redes sociais que todos os dias vão arrear o calhau prós amigos e, mal limpam a escrita às costas das mãos, metem os dedos na boca e assobiam: GOSTO!

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Jorge Laiginhas

Natural de Safres. Historiador e escritor

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Quando fui convidado para escrever neste espaço disse, de pronto, que sim, pois, sem pimenta, sal, ou canela, o Luís Pereira é um selo de qualidade.

Botei-me a caboucar um folhetim porque já havia experimentado a receita no Jornal de Noticias por ocasião das comemorações do centenário da implantação da república.

Escolhi o ano de 1918 para aconchegar a estória: Comemora-se, este ano, o centenário da governança do nosso “Presidente-Rei” Sidónio Pais.

Não resultou.

Na escrita, como na culinária, ou chegamos à alma do consumidor da coisa ou somos tão boçalmente ridículos como aqueles frequentadores das redes sociais que todos os dias vão arrear o calhau prós amigos e, mal limpam a escrita às costas das mãos, metem os dedos na boca e assobiam: GOSTO!

Nota do editor (O escritor Jorge Laiginhas vai continuar connosco mas num outro registo literário)

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