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José Paredes pede ajuda ao ministro do Ambiente para intervir no Pinhão

O município de Alijó está a preparar um plano integrado de desenvolvimento para a vila do Pinhão do qual apenas falta terminar o estudo de pormenor e, por isso, o autarca local está convencido que “o Fundo Ambiental pode contribuir de forma muito significativa para resolver o principal problema do Pinhão que é o colapso de todas as infraestruturas existentes, que já não tem capacidade para receber com o mínimo de dignidade as largas centenas de milhar de turistas que nos visitam anualmente”, afirmou José Paredes

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Cais do Pinhão, local onde chegam milhares de turistas

José Paredes, presidente da Câmara Municipal de Alijó, não esteve com meias palavras na cerimónia que hoje decorreu nesta vila duriense para a assinatura de protocolos entre o Ministério do Ambiente e 18 Municípios da Região Norte e pediu diretamente ajuda ao ministro da tutela para uma intervenção urgente na vila do Pinhão, um dos principais pontos de entrada do turismo no concelho e que nos últimos anos tem vindo a entrar “em colapso”.

Por volta das 10:30 horas desta manhã de sábado começaram a chegavam ao Teatro Auditório de Alijó diversas personalidades e autarcas para a sessão pública de assinatura de protocolos entre o Ministério do Ambiente e 18 Municípios da Região Norte, entre os quais Alijó. Estes protocolos visam estabelecer as condições para a transferência de verbas do Fundo Ambiental para a regularização fluvial das linhas de água e consolidação de emergência das áreas afetadas pelos incêndios.

Foi neste contexto que o autarca de Alijó pediu ajuda ao ministro do Ambiente para uma intervenção urgente na vila do Pinhão, um importante ponto turístico do Douro que está a entrar “em colapso”.

O município de Alijó está a preparar um plano integrado de desenvolvimento para a vila do Pinhão do qual apenas falta terminar o estudo de pormenor e, por isso, o autarca local está convencido que “o Fundo Ambiental pode contribuir de forma muito significativa para resolver o principal problema do Pinhão que é o colapso de todas as infraestruturas existentes, que já não tem capacidade para receber com o mínimo de dignidade as largas centenas de milhar de turistas que nos visitam anualmente”, afirmou José Paredes citado pela Agência Lusa.

José Paredes defendeu ainda que “é preciso uma intervenção profunda ao nível das infraestruturas de saneamento, de distribuição de água à população, ao nível de requalificação de toda a avenida António Manuel Saraiva, a principal artéria do Pinhão”, mas, declarou, “o município só por si não tem capacidade para colocar em marcha um projecto que custará milhões de euros”.

Matos Fernandes, por seu lado, ouviu e mostrou-se muito receptivo ao apelo do autarca alijoense, salientando que o seu ministério pretende “desenhar, no contexto do Fundo Ambiental, quatro a cinco projetos exemplares de adaptação de núcleos urbanos às condições naturais e este pode muito bem ser um deles. Estou muito expectante relativamente à apresentação deste projeto num sítio extraordinário como é o Pinhão”, disse o ministro, citado pela Lusa.

O Pinhão é um lugar fulcral e de grande importância para o turismo e para a economia do concelho de Alijó, uma porta de entrada determinante onde chegam por barco milhares de turistas ao longo do ano. Por isso, José Paredes considerou ser esta uma intervenção urgente prometendo ao ministro do Ambiente, José Matos Fernandes, que logo que esteja concluído o plano integrado de desenvolvimento do Pinhão “faremos questão de o fazer chegar ao senhor ministro e de discutir possíveis formas de auxílio”, disse.

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